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sábado, 6 de maio de 2017

6on6 - abril


Da visita à Pinacoteca:



O quadro retratando a terra do meu pai eu não resisti a registrar...


Entrada da Pinacoteca, imitando Victor Brecheret. Demais, né?


E essa estátua, que só falta um celular para estar tirando uma selfie, rs?

Não pode faltar minha duplinha dinâmica, né? Olha como o Panzerotti já tá crescido <3


Presentinho de Páscoa do nosso chefe para o escritório: um rolo de 700 g da Chocolat du Jour. Difícil, viu?


 Presente de Páscoa, um incensário vintage da minha mãe roubado, e o Panzerotti fazendo figuração ali atrás.

Prue é muito fotogênica, né não?


domingo, 30 de abril de 2017

#andanças

Num único domingo turistando em São Paulo, teve Coral Paulistano no Mosteiro de São Bento (presentão de Domingo de Ramos), Arte no Brasil, uma das exposições da riquíssima Pinacoteca (e no domingo Pina família, a entrada era gratuita) e passeio no Parque da Luz, que eu não conhecia e achei lindo demais. Teve também o sanduíche de mortadela do Mortadela Brasil, no Mercado Municipal (acho mais leve do que o do Hocca Bar, embora deva ser pecado dizer que 300 gramas de mortadela sejam leves...). Que delícia... Recomendo fortemente que a gente seja tão turista na nossa cidade como somos em outras. Treina o olhar e diverte.









Também fomos, na Restaurant week, ao Clos de tapas, um restaurante lindíssimo na Vila Nova Conceição. Comi um ovo perfeito no creme de crustáceos na entrada, e só ele já valia a visita - que coisa mais linda :) nossa amiga pediu o nhoque de beterraba e não resistiu a tirar uma foto, porque era um dos pratos mais lindos que ela já tinha comido. Era mesmo. todos eles eram obras de arte visuais. O prato principal era bom, mas não mudou minha vida: um peixe com risoto muito bem executado. A sobremesa também, linda e fresca, com chocolates e sorbet de frutas vermelhas.

Esse é o Gajos, um português ali perto do shopping Ibirapuera. Não mudou minha vida, mas é simpático. O serviço estava bem demorado, infelizmente.


Buttina é sempre um vencedor na minha lista. Esse italiano na João Moura tem uma jabuticabeira linda incorporada ao salão ali em cima, e um spaghetini de cacau com mascarpone bem feliz.




terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Paraná - resenha de andanças!

Um simples 6on6 não vai conter minha vontade de dividir algumas informações por aqui... então vou ser bem resumidinha, tá?

Coisas sobre o Paraná:

1. Amei os quero-queros (bom, e os mergulhões, saracuras, rolinhas, canários da terra, o fato de que há viveiros de pássaro em todo lugar, enfim. Mas os quero-queros além de tudo tem esse nome, difícil não amar). Olha esse fazendo pose na minha foto aí! perninha comprida <3


2. O Jardim botânico... É lindo, não só a estufa, como o entorno, no qual aliás dá pra fazer um lanchinho, tirar fotos, sentar na grama, tirar fotos lindas... 



3. Vou falar disso no 6on6, mas o Bosque do Alemão, que tem a trilha do João e Maria, foi meu parque favorito. E olha que tem parque em Curitiba! Fomos a vários, asism como  à Universidade Livre do Meio Ambiente, proposta linda e com uma pedreira incrível. Lindos, limpíssimos, estacionamento sempre gratuito e fácil, infraestrutura... invejei.


4. O museu Oscar Niemeyer é incrível. Mas não é só porque é dele, e tem essa cara linda, não. As exposições são inovadoras, interativas, super interessantes, e trazem não só a vida do Niemeyer como alguns outros artistas contemporâneos brasileiros. Fiquei apaixonada.




5. O passeio para Antonina/Morretes foi importante. Teve o trem, que é idílico e passa pela maior reserva de Mata Atlântica do país - essa é a base do passeio. Teve essa vista, portanto. Ao chegar, teve aquela vista que parece cartão postal do mirante de Antonina, e Morretes me lembrou Embu ou Guararema, aquelas cidades de paralelepípedo, praça com artesanato e rio sabe? Só teve um probleminha, estava perto de 40 graus de calor e ficando insuportável andar pra qualquer lugar, a busca por qualquer brisa virando sobrevivência.





6. Fomos à Ilha do Mel, focando na Praia das conchas e Farol. Estava um dia muito gostoso, e tem pouca coisa mais linda que o mar, né? Também reparei que o público é mais natureza, sabe? pouca gente sarada ou fazendo exercício ou tirando onda, era mais o povo "tô nem aí, quero ser feliz", que é de longe meu favorito; ou seja, brincando na água, cheio de roupas pra subir ao FArol, compartilhando a farofada. Devo dizer que eu não sou louca por praia, sou branca azulada e o sol nao me tem muito apreço; mas adoro um passeio de barco e amo sentar pra ver o mar. (um mar sem cheiro, que parecia um espelho de tão calminho).



7. Nao tirei foto, mas acho que não ia traduzir o que senti ao comer a POLENTA em Curitiba. Finalmente entendi o que as pessoas dizem quando falam que gostam de polenta. Tinha com queijo, com funghi, Alfredo, pura, mas era sempre molinha, feliz, cremosa, com muito gosto. Gente, poderia estar comendo aquilo até agora. Mesmo. SENSACIONAL. Em tempo: a melhor que eu comi foi no Batel Grill, que aparentemente é super turístico - (ficamos no Ibis Batel, barato e com a melhor localização do mundo pra ficar em Curitiba) - o serviço era impecável, o preço razoável e já falei da polenta?

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

#2016bestnine



Essas foram as fotos mais curtidas no instagram do blog. Tem #andanças, tem #catsofinstagram, #zara e #prue, tem #truestory. Legal, né? curti.
E até já já em 2017!

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Agosto - andanças

Então, e aí que eu queria muito falar dessa exposição: www.theartofbrick.com, com o Nathan Sawaya. Esse cara se formou em Direito, atuou em Direito Corporativo, mas o que ele queria mesmo fazer era arte... e com Lego. A Lego não o patrocina, aliás. Embora ele tenha feito um dinossauro com 80 mil peças que faz parte da exposição. O sujeito é muito incrível, e vale muito a visita à exposição, que está na Oca, no Ibiraquera, custa 20 reais, e deve ser comprada online, porque tá esgotando (com razão) rapidinho.
Tem de tudo: obras de arte (a escultura de Lego imitando O beijo, de Klimt, é uma das minhas favoritas), pessoas, rostos (há um rosto que ele diz ser de uma amiga e que a parte mais difícil foi os cílios...), cenas... é realmente ótimo.
Ah, aviso aos incautos: há uma lojinha de Legos na saída. As crianças ficam, obviamente, querendo se agarrar nas caixas caras e não largar mais. E quem pode culpá-las?




Também fomos ver o Esquadrão suicida, filme do qual eu não sabia coisa nenhuma, e saí continuando sem saber, porque o enredo é xexelento. Mas gostei da tal Harley Quinn, a namorada do Coringa, que é insana mas divertida. 

domingo, 31 de julho de 2016

Andanças julho

Nino cucina
Um italiano bem bonitinho no Itaim. Adorei a atmosfera. Não gostei do carbonara, com o bacon torrado, e qeu supostamente é especialidade da casa. #fail.



Julieta, do Almodovar
É... interessante. Não é intenso como A pele que habito, por exemplo. Mas representa maturidade, ciclo de vida, o que vai e vem.

Encontrando Dory
Quis ver desde a estreia; gostei, mas não achei espetacular como Nemo...o que valeu foi o curta da Pixar antes do filme, chamado Pioer, a coisa mais fofa do universo.

Parque do Povo
É despretensioso, razoavelmente grande, tem uma minibiblioteca pública estilo pegue qualquer livro e deixe qualquer livro (eu peguei um Moacir Sciliar) e pertinho. Gostei.

Picasso
Fomos ver a exposição do Picasso no Instituto Tomie Ohtake. Honestamente, eu esperava mais. Por um lado, gostei muito das esculturas, que eu nem tinha muita noçao que ele fazia tão bem. Por outro, esperava um número maior de pinturas.)



sexta-feira, 29 de abril de 2016

Andanças - abril

Resolvi postar hoje, porque é sexta-feira, foi um mês infinito de grande, fizemos um monte de coisas e porque sim.

Fomos...

ao teatro:

ver A tragédia latino-americana e a comédia latino americana, do Felipe Hirsch. O elenco era ótimo, com nomes como Julia Lemmertz e o Guilherme Weber, claro, além da excelente epígrafe...; a cenografia dele é sempre brilhante (dessa vez havia blocos de isopor que davam espaço à mil metáforas boiando na sua cabeça); e eu sigo esse sujeito há mais de uma década.
Mas as quase quatro horas de peça não me ajudaram muito. Não achei um fio condutor, não sei se entendi as metáforas, não vi sentido nas conexões, havia partes muito densas, outras francamente achei chatas... comparando às duas últimas coisas que vi dele, incluindo Puzzle (d), não me tocou.

ver Portátil, com a turma do Porta dos fundos. Adoro esses caras! essa peça era baseada na história de alguém da plateia (sempre tem alguém, que jamais serei eu, se Allah quiser), construída na hora, e demonstra a habilidade deles. Morremos de rir.

ao Jardim Botânico, no Rio de Janeiro:
(note o passarinho em cima de uma das cabeças <3)


à Casa das Rosas, em São Paulo:
fiquei tristemente decepcionada com a falta de informação turística lá dentro. Não sei até agora porque se chama Casa das Rosas, (óbvio, tem o jardim, mas quem deu esse nome? foi dado pela Secretaria de Turismo? era da dona? tinha mais rosas?), só descobri de quem era a casa juntando informações de um dos quadros com acesso à internet, lá de dentro, vi que tem só um cafezinho tímido lá dentro, havia salas completamente vazias, ninguém monitorando (só lá embaixo)... acho mesmo que podia ser melhor aproveitado, até porque nas redes sociais parece muito mais atrativo e a programação é legal. Ou seja, você precisa acessar o facebook e instagram enquanto estiver lá dentro para amar devidamente o lugar...
(a foto foi tirada da varanda)


ao cinema:
ver Desajustados, um filme dinamarquês, pra entrar na onda, né? :) e aí li umas críticas falando que o Fusi, o personagem principal, era 'o que todo mundo devia ser', blá blá blá, mas serião? o sujeito não é geek, nem introvertido, nem tímido. Ele é TONTO. Me irritou loucamente. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Afe.

ver 10, Cloverfield Lane. Eu nem sabia da história; quisemos ir ao cinema de sopetão, era isso que estava passando, pronto. levei vários sustos. A mocinha termina com o namorado, sai dirigindo, sofre um acidente, acorda num bunker com um sujeito que diz que houve um ataque, possivelmente nuclear, ao planeta e eles vão ter de ficar lá por um ano no mínimo, e todos na superfície estão mortos. Pois é, fiz essa cara que você deve estar fazendo. Mas é parte da graça do filme, que você vai sendo levado (é verdade? não é? é maluco? não é?) de acordo com o que vai acontecendo. Depois soube que o título tem até uma dica, mas honestamente? à parte do final um pouco forçado demais (tipo Lara Croft na Guerra dos Mundos), achei bem bonzinho.

ver Truman. Tudo ´no que o Darín estiver, eu vou assistir. Esse é um filme espanhol com uma história muito triste - o protagonista tem um câncer terminal e o filme é sobre a visita de um amigo a ele, por quatro dias. Mas a sinopse já diz que são quatro dias normais, nos quais ele não fica chorando no hospital. Embora haja momentos horrivelmente tristes - ele buscando adotante para o Truman, o cão, ou escolhendo lápides - é também belo, do jeito que só a tristeza pode ser.

ver A senhora da van, com a Maggie Smith. Eu gosto muito do Alan Bennet, um dramaturgo inglês que escreveu um livro uns anos atrás incrível chamado The uncommon reader - algo como a leitora incomum, não sei como foi traduzido - sobre a rainha como cliente da biblioteca local <3 e era ótimo. Ele fala muito dele mesmo, da vida, da mãe, da vizinhança. Esse livro é sobre uma senhora que vivia numa van e acabou morando nela na entrada de garagem dele... por 15 anos. Te lembra facilmente que todo mundo com quem você esbarra tem uma história...

comer, claro:
ao Tordesilhas:
levei D. ao Maní comer a moqueca de lagostim que está na minha lista de pratos para comer antes de morrer, e olha só, ele não gostou. Aí começou uma certa busca pela moqueca mais divina do mundo, e um amigo recomendou o Tordesilhas, cuja chef, a Mara Salles, faz comida brasileira. Bom, não passou no crivo. Achamos a farofa meio sequinha, o peixe razoável mas nada de incrível, o de sempre. Sim, somos chatos.
ao Ritz, no Shopping Iguatemi:
ainda adoro aqueles bolinhos de arroz. E eles são consistentes ao que comi dois anos atrás, admiro isso...
ao Dalmo Bárbaro, no Guarujá:
dita moqueca havia sido previamente aprovada nesse lugar, e além de tudo ele combinava com o meu desejo de ver o mar, que eu estava bem com saudade. Sou branquela, detesto areia grudando, não entro no mar porque não nado, um show de horror. Mesmo assim, quer me deixar feliz é ir passear e ver uma aguinha, aquele barulho delicioso de onda, o som dos ambulantes, a cara das criancinhas na beira da praia como se fossem ser engolidas pelas marolinhas.  Adoro. Enfim, ele se acabou na moqueca e ficou bem feliz.
P.S.: eu ainda fico com a do Maní.
Também voltei: à Ale Tedesco, em Moema, comer o maior bolo REd Velvet do mundo, que é uma delícia; ao Mestiço, meu restaurante favorito de todos os tempos, comer o Asia; ao Meat Choppers, minha hamburgueria favorita de todos os tempos. Mas acho que já falei de todos eles aqui, né?

quinta-feira, 31 de março de 2016

Andanças - março!

Andei um pouquinho esse mês!

Fomos...
ao teatro:
ver Wicked, a coisa mais sensacional do universo inteiro. Tá, é uma hipérbole. Eu não conheço todo o universo. Mas de todos os espetáculos da vida, é o meu favorito. E a versão brasileira está INCRÍVEL. É uma daquelas coisas que fica bem barata, depois que você pensa no tipo de espetáculo de qualidade que está vendo e tudo que levou a ele - ao contrário de alguns shows, filmes e peças ou refeições. Se puder, vá ver. Se não puder, recomende a todo mundo que você gosta. Espia isso...

pro sofá:




Fizemos maratona de House of cards, no fim de semana seguinte ao lançamento da 4a. temporada. Underwood continua assustadoramente real, a relação dele com Claire explode a mente, e o final... fica a dica pra assistir.

ao cinema:
ver Batman v. Superman: a origem da justiça. Sim, eu vejo (quase) todos os filmes de super heróis. Alguns eu adorei (Os vingadores e Deadpool), outros tive um sono (Thor, Lanterna verde). Mas a gente sempre acaba assistindo. Havia lido várias resenhas falando muito mal desse filme e do diretor (todo mundo tem sempre uma opinião, né... zzz) mas no final achei até razoável. Não tinha Tony Stark, então achei menos interessante, até porque o Ben Affleck segura uma onda só até certo ponto, mas se você gosta de quadrinhos, pode valer a pena.

comer:
Fomos à Dalva e Dito. Lugar lindo, atendimento impecável. Inclusive nas redes sociais (tinha querido ir ao Jiquitaia, mas não tinha indicação em lugar algum se estava aberto no feriado. Mandei inbox no facebook do Dalva e Dito e uma hora depois tinha resposta :)). Comemos: pastel de carne seca com abóbora (esplêndido, com um vinagrete muito bem feito); porco na lata (fica 48 horas na manteiga, servido com purê de mandioquinha) e pirarucu na chapa com ratatouille do sertão (achei imagens lindas, ainda bem que não paguei mico tirando fotos dos pratos). De sobremesa, espuma de manga com sorvete de coco e gengibre e torta de requeijão com jabuticaba e castanha de caju. Como você pode ver, os pratos são lindos. O pirarucu estava perfeito, suculento, o ratatouille (eu identifiquei duas abóboras, vagens e talvez chuchu) delicioso. A torta, embora um pouco sequinha, combinava muito bem com a jabuticaba e a castanha.






Ainda assim... Para um lugar que teve menção honrosa do Guia Michelin, e tem ligação com o  Alex Atala, eu esperava ouvir harpas tocando ao comer. (Até porque para pagar 350 reais no fim da refeição, ela TEM de ser muito fantástica). Eu gostei muito de tudo, de fato. Mas honestamente? Gosto igualmente do Mestiço (nada supera aquele krathong-thong como entrada, e a primeira garfada do Ásia continua me levando pro céu depois de uns dez anos comendo lá), gosto muito de tudo que já comi no MoDi (o ravióli de entrada é de comer de joelhos), e não vou nem entrar no mérito de que, por esse preço, como também no Maní, cuja moqueca me faria denunciar minha pobre mãe de algum crime que ela tivesse cometido. Ou seja, foi uma experiência interessante, mas como eu sempre digo, expectations are a bitch. Perto do que eu esperava, foi só algo que foi bom viver, mas não pretendo voltar lá.

ao Jiquitaia. Essa foi outra experiência, muito mais agradável, incrivelmente. O atendimento foi igualmente simpático e rápido, o menu delicinha (comemos nhoque de banana da terra com carne de sol, linguiça artesanal, moqueca de peixe com camarão e carne de sol, e aí bolo de coco gelado e brigadeiro com paçoca), e o preço muito mais razoável. Dá pra entender porque está na lista dos ótimos e baratos de todas as revistas. - Dessa lista, ainda prefiro o Mocotó, mas aquelas filas são desanimadoras.

Voltamos a alguns que continuam com estrelinhas: Mousse cake, no Shopping Anália Franco, e MoDi Gastronomia, (na unidade do Shopping Higienópolis dessa vez, tem outra linda na Praça Buenos Aires). Também o Eggs Comfort food, com os ovos Benedict delícia, e o brunch do hotel Renaissance, pra comer até explodir.

Em abril tenho mais planos :)



quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Desafio dos 30 dias - dia 22 - um artista que você admira

dia 22 - um artista que você admira

Eu admiro todos os artistas do universo, até porque minhas habilidades artísticas são pra lá de limitadas. Acho sensacional como cada um vê as coisas de uma maneira, como Dalí e Picasso e Monet enxergariam o mesmo jardim. Eu aceito as imagens como elas são, e acho que perco muito com isso. Que lindo poder ver possibilidades em cada objeto, e alterá-los. Isso dito, alguém que conseguiu fazer disso uma coisa muito real e demonstrar como realmente enxergar as coisas que nos cercam de modo diferente pra mim foi o Vik Muniz. Ele faz arte com lixo, com comida, com o que você quiser. E aí você pensa, há, estava na minha frente o tempo todo. Deslumbrante. Por mais que eu me emocione com Klimt ou sonhe com os jardins de Monet, é difícil não pensar que genialidade é isso.

Em tempo: fotografia, pelas mesmas razões, pra mim também é fascinante. Amo muito as fotografias do projeto Earth from the air, tiradas de lugares diferentes de perspectivas inusitadas.

Greetings Card - Heart in Voh
(New Caledonia, França)

Trilha sonora do dia: pra variar, Francis Cabrel, que eu ouvi na minha aula de francês há dez anos, brega e fofo. Je t'aime, je t'aimais, je t'aimerai :)

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Desafio dos 30 dias - dia 10 - no que você gostaria de ser bom (e não é)

dia 10 - no que você gostaria de ser bom (e não é)

Me ocorreram três coisas: (e enquanto estou escrevendo isso me ocorreram mais umas três...) mas dessas, acho que algumas tem conserto, eu não sou boa em cozinhar mas verdade seja dita faço doces bem porque já fiz várias vezes enquanto comida mesmo nunca surge na minha cozinha. Ou eu não tenho senso de direção mas GPS, Waze e Google maps tão aí pra isso né. E não sou muito coordenada mas é uma questão de evitar lojas de cristais ou dança em público.
Agora o que eu acho que não tem jeito, pelo menos nessa encarnação, é artes manuais como talento. Pintura, desenho, decoração de cupcake ou bordado, eu arraso. Querendo dizer, arraso o produto. Acabo com toda chance de sucesso. Me colo toda com algodão e glitter, me furo com agulha, desenho bolinhas querendo desenhar um avião, coloco um bolo de cobertura no doce que parece que foi cuspido. Deprimente. Mesmo. As pessoas falam, "ah, imagina, é só praticar",  e depois de três minutos me vendo tentar se resignam à pena e a jogar fora o que eu acabei de fazer. 
C'est la vie.