Books read

Leticia's books

To Kill a Mockingbird
The Catcher in the Rye
The Great Gatsby
Of Mice and Men
Animal Farm
One Hundred Years of Solitude
Lord of the Flies
Romeo and Juliet
Little Women
A Tale of Two Cities
Frankenstein
The Count of Monte Cristo
The Secret Life of Bees
The Memory Keeper's Daughter
The Joy Luck Club
The Da Vinci Code
The Kite Runner
The Shining
The Silence of the Lambs
The Bourne Identity


Leticia's favorite books »
Mostrando postagens com marcador andanças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador andanças. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

#2016bestnine



Essas foram as fotos mais curtidas no instagram do blog. Tem #andanças, tem #catsofinstagram, #zara e #prue, tem #truestory. Legal, né? curti.
E até já já em 2017!

domingo, 6 de novembro de 2016

6on6 - outubro

Não acredito que atrasei essa postagem. Mas gente, tá punk. Nem lembrei.


Esse é um parquinho bem inconspícuo no meio da Paulista, o Mario Covas. Primeira vez que entramos lá, e é fofo, tranquilo, pitico, bom pra reabastecer a água e sentar um pouquinho antes de continuar caminhando no fim de semana. E árvores, né? coisa mais linda que existe.


Eu trabalhei em escolas por 18 anos. Estando ou não na gestão, estive em sala de aula por esse tempo, e foi maravilhoso. Até hoje, no dia dos professores, sinto uma afinidade com as decorações das escolas, as homenagens que se dão e recebem. Mas não esperava uma mensagem dessas, e foi uma alegria a mais - como é sempre saber que você fez diferença no caminho de alguém, né? 


A melhor peça que vimos esse ano, Morte acidental de um anarquista foi engraçada, dramática, irônica, inteligente, interessante. Amei. Do tipo, iria ver de novo.


Eu já devo ter postado fotos de tortilla aqui, porque é uma das coisas que eu mais amo comer na vida. A da minha mãe, no caso. Comi na Espanha e achei mais durinha, mais fria, porque eles comem como tapas, (petisco), e na minha casa sempre foi refeição. Basicamente, são ovos, batatas e cebolas, mas eu comeria todos os dias. Mesmo.


Jamie Cullum é alguém não muito conhecido, e não entendo o porquê. Ele é simpático, fofo, talentoso <3 fomos vê-lo em 2006 e fiquei muito feliz de saber que ele continua tudo isso agora que voltou, em 2016. Espero que venha ao Brasil mais e mais vezes. Se você não conhece, vá ouvir All at sea. ou What a difference a day makes. Muito amor.


Eu gosto muito do apartamento onde a gente mora. Gosto da localização low profile, perto de metrô e de vias de acesso, de onde dá pra ir pra todo lugar, gosto do monte de janelas do apartamento, gosto da distribuição dos cômodos, gosto de ter poucos vizinhos. Mas eu queria MUITO um lugar no qual uma suculenta fosse tão feliz como essa, da entrada da minha mãe. Um lugar pra colocar plantinhas no qual elas ficassem assim exultantes. Não é uma tapa na cara da natureza?



quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Agosto - andanças

Então, e aí que eu queria muito falar dessa exposição: www.theartofbrick.com, com o Nathan Sawaya. Esse cara se formou em Direito, atuou em Direito Corporativo, mas o que ele queria mesmo fazer era arte... e com Lego. A Lego não o patrocina, aliás. Embora ele tenha feito um dinossauro com 80 mil peças que faz parte da exposição. O sujeito é muito incrível, e vale muito a visita à exposição, que está na Oca, no Ibiraquera, custa 20 reais, e deve ser comprada online, porque tá esgotando (com razão) rapidinho.
Tem de tudo: obras de arte (a escultura de Lego imitando O beijo, de Klimt, é uma das minhas favoritas), pessoas, rostos (há um rosto que ele diz ser de uma amiga e que a parte mais difícil foi os cílios...), cenas... é realmente ótimo.
Ah, aviso aos incautos: há uma lojinha de Legos na saída. As crianças ficam, obviamente, querendo se agarrar nas caixas caras e não largar mais. E quem pode culpá-las?




Também fomos ver o Esquadrão suicida, filme do qual eu não sabia coisa nenhuma, e saí continuando sem saber, porque o enredo é xexelento. Mas gostei da tal Harley Quinn, a namorada do Coringa, que é insana mas divertida. 

domingo, 31 de julho de 2016

Andanças julho

Nino cucina
Um italiano bem bonitinho no Itaim. Adorei a atmosfera. Não gostei do carbonara, com o bacon torrado, e qeu supostamente é especialidade da casa. #fail.



Julieta, do Almodovar
É... interessante. Não é intenso como A pele que habito, por exemplo. Mas representa maturidade, ciclo de vida, o que vai e vem.

Encontrando Dory
Quis ver desde a estreia; gostei, mas não achei espetacular como Nemo...o que valeu foi o curta da Pixar antes do filme, chamado Pioer, a coisa mais fofa do universo.

Parque do Povo
É despretensioso, razoavelmente grande, tem uma minibiblioteca pública estilo pegue qualquer livro e deixe qualquer livro (eu peguei um Moacir Sciliar) e pertinho. Gostei.

Picasso
Fomos ver a exposição do Picasso no Instituto Tomie Ohtake. Honestamente, eu esperava mais. Por um lado, gostei muito das esculturas, que eu nem tinha muita noçao que ele fazia tão bem. Por outro, esperava um número maior de pinturas.)



quarta-feira, 6 de julho de 2016

6on6 - junho!

Vamos lá: já que eu só tiro férias de vez em quando, vou precisar dar uma esticada ainda usando alguma dessas fotos lindas. A primeira, portanto, será:

Essas esculturas estão em Viena, na Austria, no Belvedere (onde mora O beijo, do Klimt). Sao de um cara chamado Franz Xaver Messerschmidt, que morreu em 1783, e diz a lenda que começou as esculturas de rostos baseando-se nele mesmo e nas caras que fazia quando tinha de aplicar um remédio em si mesmo por um mal que sofria. Aos poucos, se empolgou e esculpiu em argila algumas dezenas delas. Não são incríveis?



não há nenhuma condição de explicar a suntuosidade de um lugar como a Opera de Viena, mas acho que esse tipo de detalhe ajuda a imaginação, né? 


Esse é um passarinho húngaro bem atrevido que veio almoçar conosco em Budapeste. Morri de amor.


Eu estou levando o conceito de favorito pra onde eu quero. Já tenho uma ponte favorita, em Verona, uma cidade favorita, uma praia, uma árvore... essa é minha estátua favorita, que mora em Praga. Não é sensacional?


Pois é: quando meu Pepito se inspira, faz churros. E não vou ser capaz de explicar, mas usa a furadeira na cozinha. E aí sai isso aí. Portanto, não adianta me convidar pra comer churros em nenhum outro planeta. Se não são do meu Pepito, não quero.


Não é que estou perseguindo a moça, (só porque tenho emprego e conta pra pagar, senão não sei viu), mas ela fica aparecendo na minha vida <3 Indiquei uma amiga pra fazer parte de algo do Panelinha, e eis que... mais um pra minha coleção...

Sim, já foram seis. É que gosto muito desse post mensal :P Então vou fingir que não vi pra acrescentar a clássica aparição da gata mais linda, fofa, inteligente e charmosa que eu ja vi, a Zara:


Em tempo: eu que montei esse arranjinho. De longe nem tá medonho, né? são gérberas brancas, mosquitinho e galhos, tudo Pão de açúcar, com o vaso e as pedrinhas que a amiga do ATelier em flor me ensinou a usar.

Até a próxima gente :)



quinta-feira, 30 de junho de 2016

Andanças junho - Budapeste, Viena, Praga

E aí que, completando a narrativa das férias, vou contar os pontos altos dessas cidades:

1. o Trdelnik, um doce feito com massa assada em carvão e recheado com creme, ou sorvete, ou Nutella, ou gordices mil, e que vou me lembrar por anos - não estou mentindo. Por exemplo, viajaria amanhã para Milão de novo para comer o panzerotti do Luini. Por sorte, o Trdlnik foi fácil de achar na cidade inteira de Praga. Ontem coincidentemente apareceu um post na minha timeline com foto dele, falando do doce, e publiquei no facebook do blog. Espia lá, porque tem foto de pertinho do cone. Essas eu tirei do nosso quiosque favorito:




2. Uma das vistas mais lindas que eu já tive tomando o café da manhã foi em Budapeste. Nos arrependemos de ter passado muito pouco tempo lá, porque acho que valia mais dias, mas foi bem apaixonante. Olha isso:




3. O quadro do Klimt, O beijo, foi uma das obras que me causaram mais emoção na vida. Não me considero uma pessoa muito artística; não sei diferenciar movimentos ou fases muito além dos quadros mais conhecidos ou da fase azul do Picasso. Mas existem coisas que realmente 'falam' com a gente, né? O Davi, do Michelangelo, foi uma. Esse quadro foi outra. Está no Belvedere, em Viena, é enorme, e esplendorosamente lindo. Gastei meia hora só olhando e me sentindo grata.

4. A cerveja tcheca foi uma agradável surpresa pra mim, que não gosto de cerveja. Se chamava Pilsner Urquell, era ridiculamente barata e servida em todo lugar. Tomei todos os dias - porque aliás era mais barata que água.

5. O relógio astronômico de Praga é tão lindo quando eu achei que seria. Nosso apartamento ficava a vinte passos dele, e sorri todas as vezes que passamos na frente. Que obra linda! Ouvimos as histórias - a morte do relojoeiro, os símbolos à volta dele (representando a Morte ou a Ganância e o Tempo, por exemplo, pra dar a mensagem de que se você não viver intensamente a vida não vale nada) e foi incrível.


6. O restaurante Salm Braun, ao lado do Belvedere, nos tinha sido recomendado pela dona do apartamento que alugamos, e era meio quilômetro de distância. Pena que só fomos lá na véspera de ir embora, porque é bonito, simpático e super gostoso, além de, ao contrário do que daria pra imaginar - por estar ao lado dos jardins mais famosos e turísticos - estar cheio de nativos.

7. Fomos ver Macbeth na Opera de Viena, onde dizem haver uma das melhores acústicas do mundo. Foi realmente incrível e recomendo fortemente que todo mundo inclua um programa desse tipo (teatro, espetáculo de dança, etc) quando for viajar. Amei ter ido.

Acho que essas são as coisas que mais gostei dessa segunda parte da viagem :) E como aparentemente a gente esquece como dá dor nas costas viajar de sardinha por 16 horas, já estou planejando a próxima.



terça-feira, 31 de maio de 2016

Andanças maio: Dinamarca

Quisera eu estar aqui há um mês; fizemos coisas em SP, incluindo os filmes todos de herois (X men, Guerra civil), mas estou em clima de férias e vou me ater ao local. Deve haver coisas óbvias para alguns de vcs, mas pra mim foram mais surpreendentes. Também poderia falar dos lugares onde fui, de Nyvahn, o porto, aos cafés dos museus, mas só se alguém se manifestar querendo esses detalhes.

Coisas que aprendi na Dinamarca

1. Todo mundo fala inglês mesmo. E muito bem. Em todos os lugares. Ainda bem, porque mesmo deduzindo umas palavras e tendo aprendido a fslar oi e obrigada, a pronúncia difere muito da grafia.
2. A moeda, coroa, é muito difícil de achar em casas de câmbio brasileiras, e ao chegar aqui notei que ela é confusa pra mim. Não só pela conversão (mais ou menos 0,65 de real), mas pelos preços: água, 15 coroas; cartão de transporte do dfia, 80 coroas; qq refeição média (hambúrguer e cerveja), 190 coroas.
3. Todos são deuses nórdicos : as mulheres altas, loiras e de olhos azuis e os homens meio vikings meio Bradley Cooper. Eu achava que isso era generalização, mas estou em busca de um bebê feio ou moreno há uma semana e nada. Crianças de cinco anos, contudo, morenas (continuam lindas, obviamente). Deduzi que o cabelo escurece, mas é bem maluco ver os carrinhos de bebê com a "produção " toda idêntica...
4. Um pouco pelo transporte caro e um pouco pela busca de saúde, as bicicletas são realmente o meio mais usado de transporte. Vc vê velhinha, crianças, casais, supergrávidas, gente indo trabalhar, todos com cestinhas na bicicleta e voando pelas ruas; há regras e multas para os ciclistas.
5. Não se atravessa a rua enquanto não aparece o hominho verde dando permissão. Mesmo sem ninguém e nenhum carro. É curioso.
6. O design é lindo demais: madeira com pele e metal em todas as casas, janelas com parapeito enfeitado q vc ve de longe, clean e sofisticado. Apaixonei.
7. O castelo de Kronborg é lindo demais. É onde se passa Hamlet, embora Shakespeare nunca tenha vindo pra cá...
8. Os pássaros são amigáveis e lindos, diversos e barulhentos. Patos, gaivotas, andorinhas, falcões: vi de tudo.
9. O mar é de um azul tão escuro e bonito que não me canso de olhar.
10. O rei Christian IV foi tipo o Maluf: em toda a cidade se vê construções dele. É uma das lendas locais (outras: o herói Holger Danske, o casamento perfeito de Sophie e Frederick...) .
11. As pessoas que trabalham em escritórios começam às 8, tem meia hora de almoço e saem às 16: 16:01 há um mar de ciclistas prontos pra curtir o verão. Às sextas, saem às 13.
12. Na coroação de um dos reis, a fonte da cidade foi enchida de vinho. Eles sabem festejar.
13. Comida árabe e mexicana vimos em todo lugar.
14. Street food parece novidade ainda: há um lugar bem famoso, point mesmo, com vários tipos de comida, mas é o único na cidade.
15. As meninas e as mulheres usam tênis e sapatos masculinos com vestidos: vi pouquíssimas sapatilhas. Muitas sandálias de dedo. (Que eu achei feinhas).


Foi uma agradável surpresa a beleza delicada desse país: fomos a cinco cidadezinhas (Roskilde, onde há um museu viking num lugar muito bem estruturado, Odessa, conhecida como o berço do HAns Christian Andersen e com sua casa e um museu, Kiertenminde, no litoral, Helsingor, onde há o castelo Kronborg, eHillerod, com o castelo Fredericksborg e umas ruas de interior do sul do Brasil.) e gostei de todas. Amanhã vamos visitar uns outros cantos de Copenhagen, e tenho certeza de que a impressão permanecerá.

Beijos sabor o morango dinamarquês que é de uma maciez e doçura únicos!

O mar azul em torno do castelo Kronborg; lá no fundo vc vê a Suecia 😊

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Andanças - abril

Resolvi postar hoje, porque é sexta-feira, foi um mês infinito de grande, fizemos um monte de coisas e porque sim.

Fomos...

ao teatro:

ver A tragédia latino-americana e a comédia latino americana, do Felipe Hirsch. O elenco era ótimo, com nomes como Julia Lemmertz e o Guilherme Weber, claro, além da excelente epígrafe...; a cenografia dele é sempre brilhante (dessa vez havia blocos de isopor que davam espaço à mil metáforas boiando na sua cabeça); e eu sigo esse sujeito há mais de uma década.
Mas as quase quatro horas de peça não me ajudaram muito. Não achei um fio condutor, não sei se entendi as metáforas, não vi sentido nas conexões, havia partes muito densas, outras francamente achei chatas... comparando às duas últimas coisas que vi dele, incluindo Puzzle (d), não me tocou.

ver Portátil, com a turma do Porta dos fundos. Adoro esses caras! essa peça era baseada na história de alguém da plateia (sempre tem alguém, que jamais serei eu, se Allah quiser), construída na hora, e demonstra a habilidade deles. Morremos de rir.

ao Jardim Botânico, no Rio de Janeiro:
(note o passarinho em cima de uma das cabeças <3)


à Casa das Rosas, em São Paulo:
fiquei tristemente decepcionada com a falta de informação turística lá dentro. Não sei até agora porque se chama Casa das Rosas, (óbvio, tem o jardim, mas quem deu esse nome? foi dado pela Secretaria de Turismo? era da dona? tinha mais rosas?), só descobri de quem era a casa juntando informações de um dos quadros com acesso à internet, lá de dentro, vi que tem só um cafezinho tímido lá dentro, havia salas completamente vazias, ninguém monitorando (só lá embaixo)... acho mesmo que podia ser melhor aproveitado, até porque nas redes sociais parece muito mais atrativo e a programação é legal. Ou seja, você precisa acessar o facebook e instagram enquanto estiver lá dentro para amar devidamente o lugar...
(a foto foi tirada da varanda)


ao cinema:
ver Desajustados, um filme dinamarquês, pra entrar na onda, né? :) e aí li umas críticas falando que o Fusi, o personagem principal, era 'o que todo mundo devia ser', blá blá blá, mas serião? o sujeito não é geek, nem introvertido, nem tímido. Ele é TONTO. Me irritou loucamente. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Afe.

ver 10, Cloverfield Lane. Eu nem sabia da história; quisemos ir ao cinema de sopetão, era isso que estava passando, pronto. levei vários sustos. A mocinha termina com o namorado, sai dirigindo, sofre um acidente, acorda num bunker com um sujeito que diz que houve um ataque, possivelmente nuclear, ao planeta e eles vão ter de ficar lá por um ano no mínimo, e todos na superfície estão mortos. Pois é, fiz essa cara que você deve estar fazendo. Mas é parte da graça do filme, que você vai sendo levado (é verdade? não é? é maluco? não é?) de acordo com o que vai acontecendo. Depois soube que o título tem até uma dica, mas honestamente? à parte do final um pouco forçado demais (tipo Lara Croft na Guerra dos Mundos), achei bem bonzinho.

ver Truman. Tudo ´no que o Darín estiver, eu vou assistir. Esse é um filme espanhol com uma história muito triste - o protagonista tem um câncer terminal e o filme é sobre a visita de um amigo a ele, por quatro dias. Mas a sinopse já diz que são quatro dias normais, nos quais ele não fica chorando no hospital. Embora haja momentos horrivelmente tristes - ele buscando adotante para o Truman, o cão, ou escolhendo lápides - é também belo, do jeito que só a tristeza pode ser.

ver A senhora da van, com a Maggie Smith. Eu gosto muito do Alan Bennet, um dramaturgo inglês que escreveu um livro uns anos atrás incrível chamado The uncommon reader - algo como a leitora incomum, não sei como foi traduzido - sobre a rainha como cliente da biblioteca local <3 e era ótimo. Ele fala muito dele mesmo, da vida, da mãe, da vizinhança. Esse livro é sobre uma senhora que vivia numa van e acabou morando nela na entrada de garagem dele... por 15 anos. Te lembra facilmente que todo mundo com quem você esbarra tem uma história...

comer, claro:
ao Tordesilhas:
levei D. ao Maní comer a moqueca de lagostim que está na minha lista de pratos para comer antes de morrer, e olha só, ele não gostou. Aí começou uma certa busca pela moqueca mais divina do mundo, e um amigo recomendou o Tordesilhas, cuja chef, a Mara Salles, faz comida brasileira. Bom, não passou no crivo. Achamos a farofa meio sequinha, o peixe razoável mas nada de incrível, o de sempre. Sim, somos chatos.
ao Ritz, no Shopping Iguatemi:
ainda adoro aqueles bolinhos de arroz. E eles são consistentes ao que comi dois anos atrás, admiro isso...
ao Dalmo Bárbaro, no Guarujá:
dita moqueca havia sido previamente aprovada nesse lugar, e além de tudo ele combinava com o meu desejo de ver o mar, que eu estava bem com saudade. Sou branquela, detesto areia grudando, não entro no mar porque não nado, um show de horror. Mesmo assim, quer me deixar feliz é ir passear e ver uma aguinha, aquele barulho delicioso de onda, o som dos ambulantes, a cara das criancinhas na beira da praia como se fossem ser engolidas pelas marolinhas.  Adoro. Enfim, ele se acabou na moqueca e ficou bem feliz.
P.S.: eu ainda fico com a do Maní.
Também voltei: à Ale Tedesco, em Moema, comer o maior bolo REd Velvet do mundo, que é uma delícia; ao Mestiço, meu restaurante favorito de todos os tempos, comer o Asia; ao Meat Choppers, minha hamburgueria favorita de todos os tempos. Mas acho que já falei de todos eles aqui, né?

quinta-feira, 31 de março de 2016

Andanças - março!

Andei um pouquinho esse mês!

Fomos...
ao teatro:
ver Wicked, a coisa mais sensacional do universo inteiro. Tá, é uma hipérbole. Eu não conheço todo o universo. Mas de todos os espetáculos da vida, é o meu favorito. E a versão brasileira está INCRÍVEL. É uma daquelas coisas que fica bem barata, depois que você pensa no tipo de espetáculo de qualidade que está vendo e tudo que levou a ele - ao contrário de alguns shows, filmes e peças ou refeições. Se puder, vá ver. Se não puder, recomende a todo mundo que você gosta. Espia isso...

pro sofá:




Fizemos maratona de House of cards, no fim de semana seguinte ao lançamento da 4a. temporada. Underwood continua assustadoramente real, a relação dele com Claire explode a mente, e o final... fica a dica pra assistir.

ao cinema:
ver Batman v. Superman: a origem da justiça. Sim, eu vejo (quase) todos os filmes de super heróis. Alguns eu adorei (Os vingadores e Deadpool), outros tive um sono (Thor, Lanterna verde). Mas a gente sempre acaba assistindo. Havia lido várias resenhas falando muito mal desse filme e do diretor (todo mundo tem sempre uma opinião, né... zzz) mas no final achei até razoável. Não tinha Tony Stark, então achei menos interessante, até porque o Ben Affleck segura uma onda só até certo ponto, mas se você gosta de quadrinhos, pode valer a pena.

comer:
Fomos à Dalva e Dito. Lugar lindo, atendimento impecável. Inclusive nas redes sociais (tinha querido ir ao Jiquitaia, mas não tinha indicação em lugar algum se estava aberto no feriado. Mandei inbox no facebook do Dalva e Dito e uma hora depois tinha resposta :)). Comemos: pastel de carne seca com abóbora (esplêndido, com um vinagrete muito bem feito); porco na lata (fica 48 horas na manteiga, servido com purê de mandioquinha) e pirarucu na chapa com ratatouille do sertão (achei imagens lindas, ainda bem que não paguei mico tirando fotos dos pratos). De sobremesa, espuma de manga com sorvete de coco e gengibre e torta de requeijão com jabuticaba e castanha de caju. Como você pode ver, os pratos são lindos. O pirarucu estava perfeito, suculento, o ratatouille (eu identifiquei duas abóboras, vagens e talvez chuchu) delicioso. A torta, embora um pouco sequinha, combinava muito bem com a jabuticaba e a castanha.






Ainda assim... Para um lugar que teve menção honrosa do Guia Michelin, e tem ligação com o  Alex Atala, eu esperava ouvir harpas tocando ao comer. (Até porque para pagar 350 reais no fim da refeição, ela TEM de ser muito fantástica). Eu gostei muito de tudo, de fato. Mas honestamente? Gosto igualmente do Mestiço (nada supera aquele krathong-thong como entrada, e a primeira garfada do Ásia continua me levando pro céu depois de uns dez anos comendo lá), gosto muito de tudo que já comi no MoDi (o ravióli de entrada é de comer de joelhos), e não vou nem entrar no mérito de que, por esse preço, como também no Maní, cuja moqueca me faria denunciar minha pobre mãe de algum crime que ela tivesse cometido. Ou seja, foi uma experiência interessante, mas como eu sempre digo, expectations are a bitch. Perto do que eu esperava, foi só algo que foi bom viver, mas não pretendo voltar lá.

ao Jiquitaia. Essa foi outra experiência, muito mais agradável, incrivelmente. O atendimento foi igualmente simpático e rápido, o menu delicinha (comemos nhoque de banana da terra com carne de sol, linguiça artesanal, moqueca de peixe com camarão e carne de sol, e aí bolo de coco gelado e brigadeiro com paçoca), e o preço muito mais razoável. Dá pra entender porque está na lista dos ótimos e baratos de todas as revistas. - Dessa lista, ainda prefiro o Mocotó, mas aquelas filas são desanimadoras.

Voltamos a alguns que continuam com estrelinhas: Mousse cake, no Shopping Anália Franco, e MoDi Gastronomia, (na unidade do Shopping Higienópolis dessa vez, tem outra linda na Praça Buenos Aires). Também o Eggs Comfort food, com os ovos Benedict delícia, e o brunch do hotel Renaissance, pra comer até explodir.

Em abril tenho mais planos :)



quarta-feira, 2 de março de 2016

Andanças

1. Abriu um restaurante novo no meio dos dois que a gente sempre ia ali perto do trabalho, os 'arrumadinhos'. Se chama Pecorino Tratoria Express. Marromenos, sabe?  Mas a gente abre os braços pra novas opções. A minha questão é que acho esses pratos médios caros. Um risoto de limão siciliano e um grelhado: 43,00. Oi?

2. Assistimos ao Regresso, e eu passei metade do filme de olhso fechados, como eu sabia que aconteceria. Aliás, chegamos meio em cima da hora e só tinha lugar na primeira fila, que vamos combinar, não devia nem ser vendida. Fiquei quase com torcicolo. Acho o Leonardo DiCaprio um ator ótimo, mas nem acho que esse era o filme da vida. Enfim.



3. Depois fomos ver Deadpool, e vou te contar que ri do começo ao fim. Eu tenho uma vibe adolescente jamais superada, aparentemente. Adorei os Vingadores (claro que o Robert Downey Jr ajudou um pouco).



4. Falei da Casa Bauducco já aqui? Num dia cinzentinho como hoje, parar lá no meio da tarde, com fominha, tomar um café e uma fatia do panetone quentinho? gente, Deus vive.



Fomos a alguns lugares novos:
5. Mousse Cake - é uma casa que é de Ribeirão Preto e abriu no Shopping Anália Franco. Gostamos de tudo! Da comida, do atendimento, do preço. Quero voltar pra comer só os doces, mas me surpreendi com a massa, que achei que não seria a especialidade deles e estava ótima, delicada e saborosa.

6. Boulangerie Patisserie Chez Mona - minha amiga descobriu esse lugar, pertinho daquela hamburgueria que eu amo, o Meat choppers, no dia do meu aniversário fomos lá e já voltamos outro dia. É absolutamente fofíssima. O serviço não é aquelas coisas, mas dane-se: o lugar é lindo e os doces uma delícia. O serviço de café da manhã durante a semana dá tranquilamente para duas pessoas (por 40 reais, vem uma cesta de pães, suco de laranja, várias manteigas e geleias e uma bebida quente) e eu não almocei nesse dia :P



7. Zucco - um desses restaurantes de shopping pra vc ter a ilusão de, embora esteja no shopping, não estar almoçando no shopping. Bom, não funcionou muito. Achamos meio caro, e o prato mais ou menos. O serviço foi ótimo, com maitre e garçom superatenciosos, então acho que a questão era expectativa mesmo.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Andanças

Achei melhor entrar com o Andanças agora, porque a peça por exemplo está na última semana...

fomos ao teatro ver Medida por medida, no SESC Vila Mariana. Há alguns atores mais conhecidos, como Thiago Lacerda, Giulia Gam, mas vou ser honesta e dizer que há outros desconhecidos que roubam a cena completamente. É uma comédia ótima, e boa pra sacudir a gente da coisa hollywoodiana de explodir carros e o cenário ser mais relevante do que o cara no canto do palco. Em cartaz até 31/01.



Fomos também ver o filme O novíssimo testamento, que acabou de estrear. Embora o trailer tenha sido mais engraçado que o filme em si, que acaba sendo mais reflexivo e mórbido, valeu ter ido - e valeu a pergunta: O que você faria diferente se soubesse EXATAMENTE quanto tempo de vida te resta? E afinal, quem pode te dar essa certeza?


sábado, 9 de janeiro de 2016

Andanças

Como não publiquei o Andanças dia 01, vou fazer isso hoje e falar dos três filmes que vimos no cinema recentemente:

Macbeth: fotografia impecável. O filme é conceitual, lindo. Mas gente, me senti meio burrinha, porque é em linguagem antiga, claro, tanto em inglês quanto em português, e fica difícil de segui-la, mesmo que a gente saiba a história. Além de, obviamente, ser um recorte da peça toda.

Os oito odiados, do Tarantino. Podem me julgar. Eu vi o trailer, e achei que fosse ser algo meio O caso dos dez negrinhos, sabe? com o conflito de Quem está fazendo o que e ferrando quem? sendo o principal. Mas embora isso aconteça uns 25% do filme, o resto é bem Tarantino: muito, muito, muito sangue, muita gente apanhando e sofrendo, a personagem feminina sendo vítima de todos os homens à sua volta, e terminando meio que por falta de personagens. Eu sei que existe um apelo pra milhões de fãs, mas não sou uma delas. Lembrete para mim mesma: não assistir Tarantino de novo.

O capital humano. Esse eu realmente gostei. É um filme franco italiano contado sob três perspectivas, e embora seja repleto de clichês (o rico insuportável, a mulher do rico entediada, o cara-que-quer-ser-rico-e-é-inconveniente, o menino problemático, etc), a história é bem contada, bem amarrada, interessante. Valeu muito.


Aproveito pra recomendar duas coisas da Netflix: uma série de crime britânica chamada Luther (assistimos em três dias, adorei) e uma que começamos recentemente chamada Suits e parece muito promissora <3

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Andanças de novembro

Um tanto triste, mas andei muito pouquinho nesses meses: trabalhei bastante, inclusive longe, fomos passar uns fins de semana no interior, cozinhei muito, testando as receitas da linda da Rita Lobo... então acabamos passeando pouco. Os dois lugares novos que visitamos:

Manioca - já falei do Maní, e o Manioca é primo. Fica dentro da Livraria Cultura do shopping Iguatemi, tem um lado lindo e comida bem feliz. Comi um arroz de açafrão com polvo ótimo.

Adega Santiago - um mediterrâneo por aqui, no qual comemos deliciosos bacalhaus e tinha uma cara bem gostosa. Gostamos bastante.

domingo, 1 de novembro de 2015

Andanças de outubro!

Arturito - então, esse vale algo estendido; pelo espírito Masterchef e porque foi o único lugar realmente novo que eu visitei:

entrada: fomos de belisquetes (uma sessão da carta de cocktails) e fui de choripán, que tem linguiça artesanal e me traz lembranças de Argentina que achei que seriam bem cuidadas, já que a Paola é de lá. Pois a primeira tristeza veio com o sanduíche: embora num pão meio de brioche, gostoso, vou arriscar dizer que o que havia nele era mostarda dijon, que eu abomino. A linguiça era honesta, mas só. Ou seja, nem pensar valeu os 28 reais.
bebemos: uma cerveja chamada Domina (ele), super aprovada, e uma bebida sem álcool chamada Cordial de gengibre ou algo assim, com laranja, limão, água com gás e gengibre, bem gostosa e refrescante.
escolhemos um prato que acreditamos representar a culinária da casa, o Ojo de bife brangus. Ponto superpositivo: o molho estava incrível - tinha algo no tempero que fez toda a diferença; o ponto da carne, impecável; macia e saborosa. A batata Robuchon (descobri depois que é em homenagem a um chef Michelin cinco estrelas com esse nome, que tem um purê de batata Ratte com queijo incrível) estava perfeita, uma trouxinha fofa com textura de suflê quase.
Agora, seguinte: tudo isso estava extremamente bem executado, mas não mudou minha vida. Eu meio que esperava que tivesse mudado; por ser um restaurante de uma chef muito relevante, por ser algo do escopo de expertise dela, e bom, por ser 72 reais um prato. Consigo pensar em dois restaurantes nos quais gastei essa grana no prato e de fato foram refeições memoráveis - e sei que isso vem da opinião pessoal, mas né...
Fomos então pra sobremesa. Escolhemos tiramisu mangiare e Pot de crème de intenso chocolate amargo e iogurte caseiro, combinando dividir as duas. Ou seja, tenho aqui duas opiniões também, assim como no ojo de bife.
o tiramisu estava superafogado no café, e eu juro por tudo que não parecia de um restaurante legal, tirando o que até aqui havia sido pelo menos uma constante, a execução perfeita; - talvez só por com certeza ser mascarpone e não, sei lá, cream cheese. Mas vamos lá, eu já fiz tiramisu em casa, e usei mascarpone. E também não estava incrível, né. Mas eu não trabalho no restaurante da linda da Paola Carosella. (acho que ela é linda, chique, esperta e elegante). E o creme de chocolate... afe. O iogurte era uma colher em cima do ramequim, nem aparecia. a textura inicial era de creme brulee, mas embaixo, estava salgado! e com temperatura ambiente, e sem graça. o que o salvou: era acompanhado de dois cookies, que esses sim, como diria o jurado do outro programa de culinária, 'eu comeria em quantidades absurdas'. Por esses, eu pagaria os 20 reais da sobremesa. Nem pedimos café, porque como de hábito, o espresso é de ouro e custava 6,20. Temos uma Nespresso em casa e já acho pesado pagar 1,80 por café na minha própria cozinha... :P
Resultado: foram 311 reais de conta para duas pessoas, vontade satisfeita de conhecer 'o restaurante da Paola', mas SE eu voltar, vai ser só porque é conveniente/fui convencida/temos uma paixão por essa moça.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Andanças de setembro

Esse foi um mês bem interessante! Primeiro, segurem-se em suas cadeiras: não fomos só comer!!! De fato, fomos a um lugar bem interessante que merecem visitas, na cidade de São Paulo:


Borboletário Águias da Serra - gente, que lugar legal! não acredito que ninguém conhece. Recomendei pra todo mundo que tem filhos (de preferência entre 4 e 10 anos, que acho que aproveitam mais). Tem fazendinha, oficina de 'foguetes da Nasa', caiaque, pesca esportiva, 250 mil quilômetros de área verde, vazia, fresquinha por causa das árvores, uma delícia... e um borboletário! cheio de biólogos, que explicam desde o processo dos ovos que parecem pó, até a lagarta que é fofinha e cega, até o invólucro, e você vê cada um dos passos. Aí entra na estufa, e as borboletas voam loucamente à sua volta, e se você se besunta de suco, uma delas vem beber na sua mão. Uma fofura sem fim!
O restaurante tem poucas opções, mas gostosas; e tudo custa dinheiro, mas né, a vida também.

E bom, porque ninguém é de ferro, seguem os restaurantes gostosinhos também:

Bistro O chá - namorava esse Instagram há tempos! E olha só, é tão ou mais fofo que as fotos! Adorei a comida, adorei o serviço, adorei a sobremesa, adorei tudo! Só não adorei o fato de que não é aqui do meu lado, pra eu ir todo dia. Super recomendado. Olha a foto e projete para todo o espaço, porque o lugar inteiro é assim fofo (e além de tudo tem uma gata chamada Branca que é o cúmulo da coisa gostosa)


Casa Prema - Seria muito mais fácil ser vegetariana se os restaurantes oferecessem opções bonitas, saudáveis e variadas como esse lugar. Uma delícia, e olha o link pra ver que ambiente bonito.

Bles dor - fomos tomar café da manhã. Lugar bonito, focaccia ótima, o serviço não foi impecável porque estava bem cheio e esqueceram de nós lá fora. Mas achei o custo benefício bem adequado prum brunch.


Gardênia restaurante - Ambiente delicioso, comida idem, preço honesto. Gosto muito desse lugar, pra semana ou fim de semana.

Jardineira Grill - na nossa opinião, uma churrascaria que bota a Fogo de chão no chinelo.

E foi só, brasileiros e brasileiras.




terça-feira, 1 de setembro de 2015

Andanças de agosto

Vamos lá:
esse mês:

eu fui várias vezes ao food park que abriu (felizmente) na esquina do trabalho, Piknik Faria Lima, e tem diversas opções bem legais. Tem um horário que lota, porque há muitos prédios comerciais à volta, mas logo dá uma esvaziada e o espaço é supergostoso. Já comi hamburguer em mais de um lugar, churros, bolo no palito (SENSACIONAL), brigadeiro, sanduíche de pernil, torta de maçã... superaprovado. Espero que não saiam de lá jamais. A única ressalva, mas é totalmente pessoal, é que nem todos os trucks aceitam o Ticket Restaurante da firrrrmaaa, o que é irritante. Mas a gula fala mais alto.

voltei a lugares que eu adoro (Cupcake Ito, Meat Choppers, Si Señor, Chianti Chocommelier, Le pain quotidien, Al Arabe)

conheci o Sujinho, na Consolação, tipo um clássico da cidade. D. absolutamente amou a tal costela bovina, que era um prato para homens das cavernas. Eu achei o meu prato (acho que era fraldinha, não me lembro, o que já é bem sintomático) beem mais ou menos. Ou seja, se voltarmos, é pela síndrome carnívora dele.

Eggs Comfort food - comi os ovos beneditinos, estavam incríveis e pra quem adora, sem dúvida são uma ótima pedida. É meio longinho, mas voltaria tranquilamente, porque valeu bem a pena.

A Torteria - que decepção. Eu achei a ideia superfofa (tortas salgadas e doces, as primeiras com saladas, ali na Fradique Coutinho) e seguia o instagram deles esperando a oportunidade de uma amiga com vontade de explorar o bairro. Surgiu, fomos... torta do dia meio borrachenta, com a beringela que parecia queimar a língua, a torta seca, a salada sendo as folhagens, e a torta que mais me havia atraído (e ficam todas descritas numa lousinha, a propósito), de caramelo, chocolate e flor de sal, não estava disponível. Comi a torta salgada e não fui atraída pelas doces que estavam lá; em vez disso, fui ao Chianti Chocommelier ser muito feliz com o chocolate com cafezinho mais perfeito do universo. Tchau, torteria.

Bonagastro - pelo contrário, uma ótima surpresa. Comi o risoto de abóboras, queijo de cabra e manjericão, honesto e muito saboroso. Lugar agradabilíssimo e serviço ótimo. Merecerá várias visitas. (Além de tudo, ao lado da Fnac!)

Sim, pra variar, só comi nessa minha vida. Eu nado, já contei? Mal, no caso; mas frequentemente:  Nesse mesmo mês de agosto, o Swarm me contou que fiz 55 minutos de natação 12 vezes. Só isso faz com que eu não aumente um número de roupas por mês (só por ano). Mas gente, comer (bem) é muito feliz, né? E eu gosto de ser feliz.

Então até as próximas andanças!


sábado, 1 de agosto de 2015

Andanças de julho

Fomos ao Bar Brahma. Pra quem gosta de samba e agito, é o lugar. Pra quem não gosta, melhor passar reto, porque não dá pra conversar (o samba é alto e fora tem música ao vivo também) e enche, consequentemente as coisas demoram um pouco. Foi legal conhecer, não voltarei.

Fomos à Exposição Macanudismo, com o Ricardo Liniers, e como disse minha amiga, não há emoji de coração suficiente para expressar o amor por esse dia... ele é fofo demais, a exposição, que está na Central dos Correios (av São João, s/n), muito bem apresentada e organizada - a gente foi na abertura. Tinha algodão doce, tinha churros, tinha bebida, estava limpo, tinha senha para entrada, foi pontual, tinha senha para autógrafo, e minha única reclamação é que os produtos da lojinha acabaram logo e eu saí sem ímã da Henriqueta. Mas o Liniers compensou tudo desenhando em CADA coisa que autografou...
(aqui ele pintando o mural que agora faz parte da exposição)


Fui ao Almodovar com um amigo. Tenho de ser sincera e dizer que estava mais curiosa que com esperança, e assim continuei quando vi o menu porque não gostei de nenhuma das opções. Havia um peixe, um cozido e uma massa, acho (era o menu executivo), além de um arroz. Escolhi o arroz por eliminação, e adorei! gosto sutil mas bem feito de frutos do mar. A sobremesa estava inclusa, o preço foi justo e o serviço também. A conta, servida num sapato vermelho (sério), veio rápido e pretendo voltar.

Fui ao Consulado da Bahia com dois amigos. O garçom teve um momento de perdido quando pedimos um arroz de bacalhau (não temos, senhor - mas está aqui no cardápio - não, não servimos - mas está aqui escrito - ah, sim, é de peixe. OI?) e acabamos indo de baião de dois e de moqueca de camarão. Feliz, justo no preço, rápido.

Voltamos ao Meat Choppers e ao Mestiço, que serão sempre minhas primeiras escolhas na vida quando eu quiser só ser feliz e comer bem. Amo muito.

Fomos ver Risadaria, e eu estava bem receosa; achei que a coisa de "Fabio Porchat e grande elenco" parecia meio enganosa, que ia ser meia hora de espetáculo, sendo cinco minutos com ele e o resto bem sem graça, stand up de má qualidade, sabe? bem feito pra mim. Foi muuuito engraçado! eu amo o Fabio Porchat, acho que ele tem umas caras e bocas e voz e tiradas que são muito boas. Ele começou e virou mestre de cerimônias, interagindo com algumas das pessoas pra receber os outros comediantes. Houve cinco deles, e a gente gostou de todos. Alguns mais e outros menos, é claro, mas de verdade, me diverti horrores. Super recomendo.



Fomos ao Maní. A gente queria ser muito feliz no meio da semana, e ele é perto do trabalho. Aí hesitamos, porque liguei pra fazer reserva, e nem aceitava mais (aparentemente já cheio). Assim mesmo, a pessoa que atendeu recomendou que viéssemos de modo superpolido, e resolvemos arriscar, pois há várias outras opções lá perto, se não desse certo. Pois fomos em três, chegando antes das 13:00, e fomos atendidas imediatamente, com muita classe e educação, um couvert de biscoito de polvilho que parecia muito engraçado e aí se tornou viciante, e de longe a melhor moqueca de peixe que eu já comi na vida - e que tinha muitos acompanhantes acessórios, tipo quatro cumbuquinhas fofas rodeando (protegendo das amigas, acho) meu prato -  incluindo praia e Barcelona. A conta ficou alta, mas juro, nem ligo. Quero voltar amanhã. Ok, talvez não amanhã. Quando receba meu salário. Você entendeu. Vá.

Fui ao Le Jazz Brasserie duas vezes, com duas amigas. Honestamente, eu tinha ido no Shopping Iguatemi, há alguns meses, e minha opinião não mudou. Já comi o entrecôte, (o de Paris é melhor, que o Olivier me perdoe), já comi o Filet au Poivre (muito bem feito, mas acho caro pro que é), já comi o Filet a la Moutarde (idem), já comi o Farfalle au Saumon (idem). REsumindo, um bom restaurante, mas que tem preço de ótimo. Não acho ótimo. É bonitinho, e se fosse mais perto, eu iria mais vezes até; mas se eu tenho de chegar naquele quarteirão, no qual há Brado, perto do Saj, perto do Mani, perto dos Consulados, do Sí Señor... não vejo porquê voltar nele.

Fui ao Taberna 474. Aqui tenho uma reclamação pro povo do Boasdegarfo do Instagram. Eu havia visto uma foto delas linda de morrer do bolinho de chuva com doce de leite desse lugar, e ele é três quarteirões do meu trabalho, ou seja, quis ir imediatamente. Verdade seja dita, o bolinho foi incrível. Comemos e adoramos. Maaaas, pra chegar nele, comi um arroz de praia (frutos do mar) que custou 72,00 - pra ser ter comparação, eu diria que o gosto não era melhor que o do Almodovar, no qual eu paguei literalmente metade disso. Muito bom, mesmo. Mas por 72,00, eu comeria o mesmo prato na beira da praia. Vou escrever pro povo do bons de garfo e sugerir que classifiquem o tipo de restaurante. A gente já estava lá dentro, e eu adoro experimentar lugares novos. Mas não gosto de ter exatamente esse pensamento ("por esse preço eu...") porque isso sempre quer dizer que a comida não está incrível. Por exemplo, nem sei quanto custou a moqueca do Maní, E nem ligo. Quero voltar e pronto. (caberia o emoji do macaquinho cobrindo os olhso aqui rs). Entendeu?

Enfim, gente, essas foram as Andanças de julho. Mês gordinho, ocupadinho, né?

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Andanças de março e abril

Sim, eu sei que esse post está 45 dias atrasado. Mas antes tarde do que mais tarde, especialmente pra falar de comida, cinema, da vida. Em algum momento, vou fazer um post só sobre Itália, no caso de alguém querer ir turistar (o que eu recomendo fortemente), então vou me ater ao que eu fiz por aqui antes das férias e depois que voltei:

Cantina do marinheiro - E aí que me deu vontade de comer peixe. Na verdade, a vontade era comê-lo lá na beira do mar, mas a gente estava na semana da negação, na volta de férias, e esbarramos nesse lugar, que dizia ter x anos servindo peixes e frutos do mar e tinha esse nome auspicioso.
#sqn. Pratos caros, ambiente feiosinho, no máaaximo pra ir na hora do almoço no meio do dia de trabalho, nós dividimos um peixe - truta - e foi tão sem graça que tenho até dó de comentar. Do tipo, ainda bem que não escolhemos o item mais caro do cardápio pois teríamos que pedir o dinheiro de volta.

Rufino's - como a vontade de peixe continuou, e haviam me recomendado o Rufino's, visitamos a unidade do Shopping Morumbi. Vou resumir: uma Cantina do Marinheiro com mais classe. Garçons uniformizados, melhores bebidas, ambiente mais bonito. O peixe continuou sem gosto - pedimos um peixe que era para 2, o único do cardápio - e nem quisemos testar a sobremesa. Parece que comer frutos do mar fica mesmo pra beira do mar. ô sacrifício.

Comedoria Gonzales - lá no Mercado Municipal de Pinheiros, num cantinho, bem tímida, serve um cebiche ótimo, com várias versões, e um tres leches delicioso. Tudo em cumbucas de papelão e garfos de plástico, mas é bom o suficiente pra que a gente não se importe. Viu, quase matei minha vontade de comer peixe.

Itiriki - fiz um dia de menina com minha amiga e fomos fazer aula de maquiagem - conto num outro post. aí, claro, saímos com lição de casa de compras, que fomos resolver na Liberdade, num lugar chamado Audrey - a quantidade de pincéis que existe, minha gente! - e no Ikesaki. (A minha gata Zara já quebrou várias das minhas sombras, mas valeu a intenção).

O Itiriki é um pouco de tudo: padaria, doceria, quilo, a la carte... e o balcão de comida provavelmente não é muito purista. Há sushi ao lado de frango com laranja e tofu e yakimeshi levemente adaptado. Mas eu sempre gostei, e nunca fui fã de comida japonesa (do tipo, só como se for a celebração de aniversário de alguém, caso contrário jamais vou).

Tostex  - eu tinha a maior curiosidade de experimentar isso aqui. Parecia simples e apetitoso. Achei um pouco caro pro que é e meio sem gracinha. Minha amiga pediu outro (eu pedi o Smurfs, um com cogumelos, porque não tinha mais a minha primeira opção) que era meio Caprese e estava bem lindo. Contudo, não sei se o suficiente para que eu tentasse novamente. Em tempo: foi no Shopping Patio Paulista.
 

Calçadão urbanoide – há alguns meses, eu fui a um lugar de food trucks, se não me engano o Jardim das Perdizes, e amei. Estou usando como parâmetro aquele. Claro que nesse aqui, que é na Frei Caneca, eu fui no meio da semana, hora de almoço, e havia muita coisa fechada – o que aliás não tinha me ficado claro nos sites que eu consultei antes. Alguns faltava gás, outros gente, outros algum ingrediente... ficamos um pouco desapontadas. Comemos um hambúrguer no 162 e minha amiga comeu tapioca de nutella depois. Achei o preço okay, mas se eu for recomendar um food truck, já sabe.

Fomos também ao cinema. Devo confessar que sim, fomos assistir aos Vingadores: A era de Ultron. Não sou fã de HQ nem de superheróis, mas sou bem fã do Robert Downey Jr., desde Iron Man, (evitando babar aqui)
And definitely some Robert Downey Jr. | Can You Make It Through This Post Without Your Ovaries Exploding?

 
e dos vingadores, são muito engraçados! adorei, como sempre. E foi legal ir ver em 3D, filme hollywoodiano é pra isso mesmo. Prometo ver um filme com mais substância da próxima - na verdade, quero muito ver Cake e Não olhe pra trás, mas esse fim de semana já comprei entradas pro teatro. Vamos ver A última sessão. 

Até as próximas andanças :)