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Leticia's favorite books »

segunda-feira, 15 de maio de 2017

1a quinzena de maio - aleticiale2017

Li...

Cânticos, Cecília Meireles - doçura infinita, a musicalidade que faz parte do movimento poético dela presente em cada página. Essa edição é particularmente fofa, porque traz a transcrição dos originais.

A tia Júlia e o escrevedor, Mario Vargas Llosa
Continuo me surpreendendo com o fato de que me lembro tão pouco dos livros que li na vida. Depois de Travessuras de menina má, esperava que esse fosse incrível, e achei bem menos incrível que essa expectativa. Alerta de spoilers, acho: não me lembrava de que os capítulos alternados remetiam às histórias do narrador de novelas Pedro Camacho, nem de que ele virava uma certa piada triste no final. Também não me lembrava que de que a tia Júlia e o Marito, os personagens principais, se tornavam um casal, depois de muito drama, e quando finalmente acontecia, o casamento acabava em algum momento, sem se explicar o porquê, o que talvez não fosse importante, embora eu tenha sentido falta. O próprio Marito me soou um boêmio meio sem caminho em busca de ser burguês, se é que isso faz sentido. Não curti muito não.

Ilusões do Mundo, Cecília Meireles
Esse é o livro de crônicas da Cecília, e embora seja literalmente poético, não é tão doce e interessante como os poemas. Tem um toque internacional e multicultural bom.

O livro das ilusões, Paul Auster
Paul Auster é um desses autores que eu considerava um favorito. Relê-lo foi interessantíssimo, é como me redescobrir. Esse livro tem toques de genialidade maravilhosos. Tem um momento no qual você sorri pensando "isso aqui é muito "Paul Auster", com o 'inner life of Martin Frost', uma parte na qual o personagem escreve um capítulo e a musa inspiradora definha enquanto ele termina, como se fosse a mitologia tomando vida; ao perceber isso, ele queima a obra-prima, escolhendo o amor, algo muito sutil e muito surpreendente na narrativa. Fantasticamente escrito. Mas é uma parte bem breve. O livro em si é sobre um sujeito que perdeu a família e está no fundo do poço, e se fascina por um astro do cinema mudo que desapareceu. O simples fato de que ele consegue descrever cenas infinitas do cinema sem se tornar entediante é testemunho de como ele escreve bem. Assim mesmo, não acho que é o melhor livro dele.


I've read...

Leviathan, Paul Auster
The book starts with someone who literally blew himself up. Then it is difficult not to get involved with the myriad of characters and to find out who is in love with whom, - and there's a bunch of those... , how they got there and why. As most of Auster's books, the story is unbelievable, absurdly well written, subtle and full of human, deep stuff. At the end, you barely know how to describe what you read, but you feel something.

Mr. Vertigo, Paul Auster
This is, in my opinion, one of the most American stories he wrote. I think it is the feeling of picking up a boy and the road trips, searching to sell his talent, the Native American + the Negro + the Orphan, the Jew and the Rejects, the Bad Uncle, the characters with this kind of capital letters, you know? that he makes a point of emphasizing. all the archetypes that seem to be put together literally with magical talents. I was mesmerized through the whole reading.

Travels in the Scriptorium, Paul Auster
One of my least favorites. To this point, have no idea what was the deal with Mr. Blank, the main character. Oh, there we go. Mr. Blank - see the pun?

The Rotters'club, Jonathan Coe
Coe was another one of my favorite writers, till I started re reading. The thing is, he writes very well. The first 100 pages are involving and fun and interesting, but at some point there is so much going with so many people you start to lose track and patience -  not all of them are terribly amusing, that is the truth.

The closed circle, Jonathan Coe
Sequel to the Rotters'club, so whomever was interesting keeps being so, whomever wasn't is even more boring.

The Undomestic Goddess, Sophie Kinsella

Ask the dust, John Fante
I'm sure I'm a dumb bell and deserve a scolding, but honestly, I just hate Bandini and his horrible personality, and I think it kept me from enjoying the book's other qualities, whatever they are. Come to think of it, I think this is what people like about Bukowski and Nelson Rodrigues, and I don't get them either. I feel prudish and bothered by them, keep wanting them to show some redeeming qualities after all. Sorry. Sue me.

A pale view of hills, Kazuo Ishiguro,
The narrative is involving and so subtle and full of nuances, the book is worth reading just for it. Some things bother me, though: there is this suspicion that Etsuko may in fact be Sachiko, the traumatized post war kitten killer - and maybe child killer- and Mariko might be Keiko, the latter suicidal daughter, which would explain a couple of things such as what happened to S and M or why Keiko killed herself or the glimpses of personality you see in Etsuko. 
There is slso the possibility this is too much imagination and in that case all of that is unanswered and deeply dissatisfying.
So, three stars it is.

The dwarves of death, Jonathan Coe
Another forgettable book, sadly. Well written, with some surprises, not obvious: it could be a crime book, but it is more than that. It could be a contemporary book, but it is more than that. And in this it relies the genius of the author. But I did not love it, and it will go to the pile of 'to sell/trade/give away'.


4 comentários:

  1. Oi! Eu adoro Cecília, mas ainda não li toda a obra dela. E também nunca li Paul Auster, mas fiquei com vontade. Cada dia que passa concluo que precisaria de duas vidas para ler todas as boas obras do mundo. Minha lista só cresce e multiplica!

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    1. Tenho uma amiga que me reprime por estar relendo livros em vez de ler novos porque tem tanto livro no mundo, rs, mas como minha memória é ridícula, sinto como se fossem novos :P Adoro Cecília, mas acho que também não li tudo dela :)

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  2. Se te serve de consolo, eu li 2 desses do Paul Auster e também li Tia Júlia e não lembro de NADA de nenhum dos 3.

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  3. Me serve um pouco de consolo sim hahahah... eu registro aqui pra ter um hd externo, pq mesmo relendo, daqui a um mês se vc falar do assunto eu vou ter de acessar o blog pra lembrar qual é qual. Trágico. Mas Paul Auster valeu a leitura.

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